Pereira Coutinho, Maria João2023-05-052023-05-052023978-972-781-171-7PURE: 53054273PURE UUID: 2a25699c-80fe-4350-8f18-e57f3d32ff54ORCID: /0000-0001-9323-3345/work/151414316http://hdl.handle.net/10362/152452DL 57/2016/CP1453/CT0046 UIDB/00417/2020 UIDP/00417/2020A 12 de Julho de 1618 iniciou-se uma viagem entre a República Genovesa e Setúbal, terra do Sal, que teve por objectivo a entrega da mão de D. Ana Dória, filha de André Dória, Príncipe de Melfi, e de D. Joana Colona, a D. Jorge de Lencastre (1594-1632), filho de D. Álvaro (1540-1626) e de D. Juliana de Lencastre (1560-1636), Duques de Aveiro. O trajecto, conduzido por D. Carlos Dória Carreto, Duque de Tursi (1576-1650) e Capitão Geral das Galés de Génova, foi fixado pela pena de João Baptista Lavanha (1550-1624) e referido por D. António Caetano de Sousa, na História Genealógica da Casa Real Portuguesa, e por outros autores. Poderá essa jornada ter sido um ensaio para a crónica que o cosmógrafo-mor redigiu na ocasião da visita de Filipe II a Portugal em 1619? A presente comunicação tenta responder a essa questão, bem como a outras decorrente do facto de essa boda ter tido o Mar como palco e os membros da Companhia de Jesus como actores, num quadro social e cultural onde a protecção dos Áustria foi preponderante para o bom sucesso desse enlace.201638820porFestivalsCultural Transfers17th CenturyDe Génova a Setúbalbook partMar e Festas no Casamento de D. Ana Dória com D. Jorge de Lencastrehttps://academia.marinha.pt/pt/multimedia/noticias/Paginas/Nova-edi%C3%A7%C3%A3o-da-Academia-de-Marinha.aspx