Martins, Ana Cristina2023-12-212023-12-212023978-972-9451-98-0PURE: 78886734PURE UUID: fe5acecf-5f3b-4b6e-99c5-a001c9e16074http://hdl.handle.net/10362/161546UIDB/04209/2020 UIDP/04209/2020O Grupo Pró-Évora (GPÉ) tem um longo histórico de ligação à Associação dos Arqueólogos Portugueses (AAP), desde a sua fundação, em 1919, seguindo, no fundo, a tradição Oitocentista de membros da AAP residentes em Évora ou, não sendo aqui residentes, possuíam fortes conexões à cidade, nomeadamente por via profissional. Decorridas várias décadas, o GPÉ dirige-se, a 3 de abril de 1968, à Presidência da Junta Distrital de Évora, com uma série de propostas de atividades destinadas a não «afrouxar a sua ação». Entre elas, constam pequenos cursos de arqueologia. As informações incluídas nesta missiva dão-nos conta de vários pormenores, nomeadamente quanto ao entendimento de ‘arqueologia’, aos conteúdos contemplados, formadores indicados e da ‘ciência cidadã’ avant la lettre.11124395porÉvoraGrupo Pró-ÉvoraCurso de ArqueologiaHistória da ArqueologiaCiência CidadãO Grupo Pró-Évora e o curso de Arqueologia de 1968book partuma primeira aproximação ao tema