Nobre Faria, Filipe2023-03-082023-03-082022-10-17PURE: 52642770PURE UUID: e02e2a7d-31fd-41ab-9d6d-58b3376bc2bcORCID: /0000-0002-1214-2941/work/130466287http://hdl.handle.net/10362/150195UIDB/00183/2020 UIDP/00183/2020O Naturalismo Moral tem uma longa história filosófica. Esta corrente ganha notoriedade no debate iniciado pelos sofistas antigos sobre se a moralidade é convencional ou natural. Convencional significa que é inteiramente construída por pessoas – é o que fizermos dela – e natural significa que é um produto da natureza – um produto que nos obriga a determinadas condutas. Aqueles que defendem a segunda hipótese pertencem à tradição da lei natural e como tal podem ser vistos como naturalistas morais. Aristóteles é por norma considerado o pai desta tradição. Ele defendeu a existência de uma justiça natural e inúmeros filósofos seguiram-no até hoje. Segundo esta tradição, viver uma vida virtuosa significa viver de acordo com a natureza das coisas ou da natureza humana. E a moralidade – a noção de certo e errado – pode ser encontrada no mundo natural através do uso da razão.10133555porNaturalismo Moralbook part10.34619/5h80-9ppwhttps://www.dicionariofmp-ifilnova.pt/naturalismo-moral/