Braga de Macedo, Jorge2014-01-242014-01-242011http://hdl.handle.net/10362/11168Europa e lusofonia configuram-se como esteios da nossa diferencialidade, enquanto resposta adequada da governação às três vagas de globalização. A primeira vaga equilibrou a Europa e o Atlânticos; nas vagas seguintes, a nova dinâmica das liberdades política e financeira afectou a das pertenças europeia e lusófona. Durante quase metade dos últimos 200 anos, registaram-se vários ciclos viciosos, mas retira-se da outra metade confiança na nossa capacidade colectiva de corresponder aos nossos compromissos.porGlobalização e governação: uma perspectiva Portuguesaworking paper