Arinto, Agnès Anne Françoise Le Gac2019-03-212019-03-212016-11-02978-972-49-2288-1PURE: 2757829PURE UUID: b7e7ae7c-57f7-4915-9937-6ef1b6c81ef2ORCID: /0000-0003-2995-541X/work/72973038http://hdl.handle.net/10362/64169Sem PDF.O Auto da Paixão, enquanto peça de teatro religioso popular, foi novamente protagonizado pela comunidade de Vilar de Perdizes na Páscoa de 2015, 18 anos depois da última encenação naquela aldeia de Trás-os-Montes. Esta representação, pelo seu carácter efémero e irrepetível por excelência, só pode ser transmitida e conservada de forma fragmentária por outros meios: textos, imagens, som, eventualmente adereços. O presente artigo examina alguns dos testemunhos remanescentes da representação de 2015 e de outras anteriores. Explora a qualidade das informações existentes em artigos de jornais, reportagens fotográficas, documentários de longa-metragem e dados de todo o tipo difundidos na Internet, à disposição dos conservadores, antropólogos, investigadores e público em geral. A acessibilidade dos documentos, a fragilidade material de muitos, e os condicionalismos do universo digital, são igualmente focados nesta abordagem crítica da relação que une aqui um património imaterial com as suas materialidades.8441433porPatrimónio imaterial; Identidade; Memória; Antropologia visual; Novas tecnologias;O «Auto da Paixão» de Vilar de Perdizes, um património imaterial conservado em outros actos de transmissãoconference object