Marques, Maria Emília Ricardo2010-10-272010-10-271980pp. 111-1240871-2778http://hdl.handle.net/10362/4231Revista da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, N.1(1980)Em 1972, as opções teóricas que o Guia de Alfabetização Funcional enunciou vão deixar marcas em todos os processos de alfabetização que nele se basearam, quer no próprio estudo do meio e da população a alfabetizar, quer na planificação de métodos e de programas. Estes assumiram, consequentemente, em geral, duas direcções complementares: por um lado, estágios técnico-prof issionais para operários e camponeses, por exemplo; por outro, cursos básicos de iniciação (leitura/escrita, cálculo, desenho). Metodologicamente, o caminho marcado, afastava a pedagogia «de adultos» (educação permanente) da que era/é/devia ser praticada a outros níveis etários. No campo da alfabetização, foi com Paulo Freire que se começou a repensar o estatuto conjunto daquilo que chamarei os três pólos da dinâmica didáctica: aprendizes, monitor-guia, material de ensino.porEducaçãoEducação básica para adultosjournal article