Pinto, José Miguel Nicolau2026-05-272026-05-272025PURE: 153163200PURE UUID: 918685a3-404c-4d97-83a7-511f16d2eb7aORCID: /0000-0002-6454-7123/work/201473690http://hdl.handle.net/10362/203456UID/00472/2025 https://doi.org/10.54499/UID/00472/2025A frase que Branca de Neve dirige ao príncipe no filme de João César Monteiro – e que serve de título ao presente trabalho – denota uma característica central da obra em questão. O filme Branca de Neve dá-se mais a ouvir e menos a ver e obriga o espectador a escutar atentamente a sua banda sonora. Este artigo constitui uma leitura inovadora deste penúltimo filme de João César Monteiro sugerindo que o som e a música são fulcrais na definição dos seus modos de representação. Assim, através de uma análise audiovisual e da sua articulação com um conjunto de obras, falas e textos que orbitam o filme, demonstramos o modo como a música e o som interagem entre si e com os restantes elementos fílmicos, determinando espaços-tempo. Além disso, a partir de uma entrevista realizada com o diretor de som, Joaquim Pinto, e de uma reflexão sobre o roteiro (Monteiro, 1999) e sobre a entrevista concedida por Monteiro no momento da estreia de Branca de Neve, esta pesquisa introduz ao meio acadêmico novas informações que permitem estabelecer conexões entre o processo de produção do filme e seu resultado final.261428805porBranca de NeveJoão César MonteiroMúsica e som no cinemaCinema portuguêsEm vez de olhar, prefiro escutarjournal article10.22475/rebeca.v14n2.1197Modos de representação sonoros e musicais em Branca de Neve de João César Monteirohttps://rebeca.socine.org.br/1/article/view/1197