Teixeira, Mariana Roquette2022-02-182022-02-182021978-989-54405-3-5PURE: 41739325PURE UUID: 81c2fa69-64f4-4f1c-ac64-7dac7158c1b0http://hdl.handle.net/10362/133158UIDB/00417/2020 UIDP/00417/2020O presente artigo centra-se na análise crítica do projecto de exposição situacionista “Die Welt als Labyrinth” (1958-1960), concebido por Constant Nieuwenhuys, Guy Debord e Asger Jorn para ser apresentado no Stedelijk Museum Amsterdam, mas nunca concretizado. O principal objectivo desta análise é compreender o papel desta exposição utópica na génese de uma tipologia de exposição – que designamos de exposição-jogo –, que viria a tornar-se uma tendência ao longo da década de 1960. Na segunda parte do artigo é apresentada uma breve reflexão sobre as transformações desta tipologia, desde o momento em que serve de imagem de um novo conceito de museu, com as mostras “Dylaby” (1962), Hon: En Katedral” (1966) e “12 Environments” (1968), até à sua transformação em ferramenta mediática, ao ser integrada na programação inaugural do Centre Georges Pompidou, com “Le Crocrodrome de Zig et Puce” (1977).111163519porInternacional SituacionistaExposição-jogoStedelijk Museum AmsterdamHistória das ExposiçõesVie = Jeu Permanentconference objectO Papel da Internacional Situacionista na génese da exposição-jogo e seus desenvolvimentos