Soares, Marta2021-02-032021-02-0320202184-206XPURE: 27356109PURE UUID: f07ea850-44cb-49db-82ec-55933f9486d0http://hdl.handle.net/10362/111242UIDB/00417/2020 UIDP/00417/2020Aparentemente, a partir de 1914, os animais não estão tão presentes na obra de Amadeo de Souza-Cardoso. Se muita da fauna inicial de Amadeo é presa e, portanto, alvo de caça, mais tarde, durante a 1ª GM, os insectos surgem na pintura associados a alvos de tiro. Igualmente em simbiose com o alvo, insinuam-se relações com o olho animal e o disco simultaneísta. Recuando a 1911, ao período dos Galgos, proponho uma reinterpretação do par de cães, tendo em conta as considerações de Amadeo sobre a montanha, e dos seus coelhos enquanto criaturas híbridas que convocam uma segunda paisagem. Num registo assumidamente exploratório e fragmentário, este ensaio mapeia algumas ideias suscitadas pela animalia de Amadeo, preparando o terreno para futuras indagações mais profundas sobre o lugar dos animais do pintor português no seio do modernismo.163261192porAmadeo de Souza-CardosoanimaispinturamodernismoAlvos, dorsos e saltosjournal articlenotas sobre os animais em Amadeo de Souza-Cardosohttp://www.revistadobra.pt/dobra-mdash-6.html