Gomes, Mário VarelaGomes, Rosa Varela2018-05-162018-05-162017-05978-989-99528-3-6PURE: 4164384PURE UUID: 3e516c18-8701-404a-b5ae-43c3e7826fd9https://eventos.fct.unl.pt/glassac2017/pages/proceedingsUID/HIS/04209/2013Escavações arqueológicas, conduzidas pelos signatários, no Poço-Cisterna islâmico de Silves, hoje Monumento Nacional, verificaram que aquele foi entulhado nos finais do século XVI Entre o numeroso espólio ali exumado contam-se fragmentos de diversos recipientes (garrafas, frascos) e adornos (contas e braceletes) de vidro (Fig. 1), produzidos com vidro transparente ou colorido que, embora alguns estejam em exposição no Museu Municipal de Arqueologia daquela cidade, não se encontram devidamente estudados Trata-se tanto de produções possivelmente nacionais como de outras importadas, usadas nos quotidianos urbanos de casas de populações com relativo poder económico, conforme se pode deduzir das faianças, espanholas e italianas, das porcelanas chinesas e de muitos outros artefactos a que aquelas se associavam.1436016porPoço-cisternaSilvesGarrafaBraceleteContasVidros, do século XVI, do Poço-Cisterna de Silvesconference objecthttps://eventos.fct.unl.pt/glassac2017/pages/proceedings