Silva, Maria Manuela Parreira da2018-08-032018-08-0320160870-6913PURE: 2283121PURE UUID: 674d2456-50f9-496b-8890-f0be9d80e8ddhttp://hdl.handle.net/10362/43258UID/ELT/00657/2013 A autora autoriza a disponibilização em acesso aberto.O artigo visa, em primeiro lugar, questionar as motivações e as circunstâncias subjacentes ao ataque impiedoso que Almada Negreiros, porta-voz da geração de Orpheu, lançou, em 1915-1916, contra Júlio Dantas, figura emblemática de uma literatura e de um teatro anquilosados e balofos. Em segundo lugar, pretende também reflectir sobre o modo como a peça de Dantas, Sóror Mariana, cujo «reconto» paródico constitui parte fundamental do manifesto almadiano, contribuiu para alimentar o mito - Mariana Alcoforado, trazendo, indirecta e involuntariamente, Almada para o palco da ainda viva controvérsia em torno das Cartas Portuguesas e da sua autoria.7145112porManifestoAlmadaDantasMariana AlcoforadoTeatroModernismoAlmada, Dantas e os “Acidentes” de Sóror Marianajournal article