Hansen, Patricia Santos2025-02-052025-02-052024-04-102238-0094PURE: 108883007PURE UUID: fb357618-0612-4504-b0db-7fc9c39aff37ORCID: /0000-0002-6915-7124/work/167380383http://hdl.handle.net/10362/178508UIDB/04666/2020 UIDP/04666/2020Este artigo tem como objetivo investigar marcas de gênero em matrizes da literatura infantil europeia e na participação de escritoras e editoras na criação de uma literatura infantil portuguesa no século XIX. A hipótese subjacente é que, em contraste com outros campos da produção literária e didática, as mulheres encontraram nessa literatura uma área de atuação menos hostil e na qual o sexo e as qualidades atribuídas ao gênero feminino poderiam ser vistos como vantagens. Para mulheres intelectuais, esse tipo de produção permitiu dirigir-se às mães e às crianças como agentes de transformação social conferindo, ao mesmo tempo, um caráter político a sua produção e o reconhecimento de um lugar de autoridade nos debates sobre educação.23302127porMulheres intelectuaisMaternidadeFeminismoPortugalIntelectuais, autoridade maternal e a participação das mulheres na criação da literatura infantil portuguesa ao final do século XIXjournal article10.4025/rbhe.v24.2024.e323https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/rbhe/article/view/70859