Figueirôa-Rêgo, João2018-04-262018-04-262017978-85-232-1630-6978-989-8492-53-1PURE: 3639230PURE UUID: cb554bc9-0715-4ee1-90b3-983504c29915ORCID: /0000-0003-2119-3684/work/71968430http://hdl.handle.net/10362/35430UID/HIS/04666/2013 SFRH/BPD/111506/2015O ajuste entre o bem comum e os interesses privados, ocasionalmente, feito à custa da metáfora dos “maus ministros”, foi matéria equívoca, mas muito presente no contexto da modernidade. Tratava-se, em certa medida, de um jogo que possibilitava reforçar solidariedades no seio dos poderes e entre estes e outros grupos de atores sociais, mesmo que, no final, tal se traduzisse em desfavor da própria Coroa ou em detrimento do direito consuetudinário. Torna-se, por isso, relevante perscrutar como se forjavam e conjugavam as estratégias exercidas pelos diversos poderes, para manutenção ou reforço da sua capacidade de influência. Dinâmicas conseguidas, não raramente, através da ampliação ou consolidação de nexos clientelares e outras cumplicidades de teor corporativista.221860034porCoroa PortuguesaBrasilTabacoséculos 17 e 18Época modernaJunta da Administração do TabacoRegimentosSuperintendência do Tabaco da BahiaHistoryO Regimento que se há de observar no Estado do Brasil na arrecadação do tabaco:book partAdministração fumageira, atores, interesses e conflitos (séculos XVII e XVIII)