Lisboa, ManuelTeixeira, AnaRosa, Maria Rosário Tomás2019-01-102019-01-102011PURE: 340868PURE UUID: 8b9578f6-1b0c-4c1d-9073-562640533b07researchoutputwizard: 25896http://onvg.fcsh.unl.pt/publicacoes/UID/SOC/04647/2013A análise efectuada com 20 indicadores relativamente à saúde e género permite identificar algumas assimetrias entre mulheres e homens, que passamos a sintetizar. As mulheres têm uma esperança de vida superior à dos homens, embora ligeiramente inferior no caso da esperança de vida saudável. Apresentam-taxas de mortalidade mais baixas do que os homens, tanto infantis como ao nível das taxas brutas. São também quem mais recorre a consultas médicas e quem apresenta maiores taxas de morbilidade (aqui expressas nos dados referentes às doenças crónicas), sobretudo ao nível do sofrimento psicológico. Igualmente, a percentagem de mulheres que auto percepciona a sua saúde como má ou muito má é significavamente superior à dos homens e à da média europeia. Os homens apresentam taxas de mortalidade mais altas do que as mulheres, com um maior número de óbitos, tanto ao nível da mortalidade infantil, como por VIH e por suicídio. Por oposição, revelam taxas de morbilidade mais baixas, com uma menor frequência de consultas médicas.153057385porSaúdereportBoletim trimestral no âmbito do Sistema Integrado de Informação e Conhecimentohttp://onvg.fcsh.unl.pt/publicacoes/