Lopes, Paulo Catarino2017-01-232017-12-152016«Nas margens da diplomacia portuguesa quinhentista. O singular testemunho de Roma por um criado de D. Jaime, 4º duque de Bragança (1510-1517)» in Lusitania Sacra, 2ª Série, Tomo XXXIII, Janeiro-Junho 2016, [Mobilidades Medievais: Carreiras, Projectos, Realizações], Lisboa, Centro de Estudos de História Religiosa (CEHR), Universidade Católica Portuguesa, pp. 203-251. ISSN: 0076-1508. ISBN: 978-972-8361-73-0.0076-1508http://hdl.handle.net/10362/19872No início do século XVI, as relações políticas entre as diversas monarquias europeias e a consequente prática diplomática vivem um processo de profunda transformação que culmina com o nascimento da diplomacia moderna, expressa na sua forma acabada na figura do embaixador permanente. Tal processo configura-se e materializa-se no espaço da Península Itálica, muito especificamente em Roma. Disso dá conta o relato intitulado Tratado que hum criado do duque de braguança escreueo pera sua senhoria dalgumas notauees cousas que vio hindo pera Roma. E de suas grandezas E Jndulgençias, E grandes aconteçimentos que laa socçederam em espaço de sete años que hi esteue. Da autoria de um anónimo fidalgo português, criado do 4º duque de Bragança, D. Jaime, que habitou em Itália entre 1510 e 1517, este documento revela como no dealbar do século XVI a mirabili urbe ainda mantém uma centralidade fundadora, impondo-se não apenas como sede espiritual do mundo cristão, mas também como cidade cosmopolita, ícone cultural do Renascimento e grande centro de poder político onde as potências coevas disputavam a hegemonia sobre o Velho Continente.porRomaEuropaDiplomaciaRenascimentoCasa de BragançaNas margens da diplomacia portuguesa quinhentista: O singular testemunho de Roma por um criado de D. Jaime, 4º duque de Bragança (1510-1517)journal article