Rosas, FernandoNoronha, Ricardo Vieira de Campos de Abreu2012-01-202012-01-202011-06http://hdl.handle.net/10362/6855Dissertação apresentada para o cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em História na especialidade de História Económica e Social Contemporânea.Entre 1968 e 1975, a contradição entre capital e trabalho polarizou a evolução da situação política e económica portuguesa. Desde a eclosão de conflitos laborais que marcou o «Marcelismo» (ou seja, o período durante o qual o país foi governado por Marcelo Caetano, de Setembro de 1968 a Abril de 1974) até ao processo de nacionalizações e ocupações de terra que decorreu após o golpe militar de 25 de Abril de 1974, os trabalhadores bancários revelaram uma apreciável capacidade de mobilização e organização colectiva. Esta dissertação procura apresentar as principais linhas de força deste ciclo de lutas sociais e as suas consequências políticas e económicas, interpretando a nacionalização da banca no contexto do processo revolucionário de 1974-75, destacando elementos como a sabotagem económica, o controlo operário e os aspectos financeiros da «via portuguesa para o socialismo».porBancosNacionalizaçõesConflitos sociaisRevolução portuguesa,Controlo operárioSocialismoA nacionalização da banca no contexto do processo revolucionário português (1974-75)doctoral thesis