Melo, Paulo VictorJerónimo, Pedro2023-10-032023-10-032023978-989-654-943-5978-989-654-944-2978-989-654-945-9PURE: 72372788PURE UUID: 7c1ed37c-0d56-40b0-b4d0-1bc05f514bdcORCID: /0000-0002-3985-4607/work/151887702http://hdl.handle.net/10362/158627UIDB/05021/2020 UIDP/05021/2020A crise sanitária da SARS-CoV-2, declarada oficialmente em 11 de março de 2020 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), desafiou o mundo a reunir esforços para algo que deveria ser uma constante nas nossas ações individuais e coletivas: a defesa da vida humana como prioridade absoluta. Os acelerados casos de contaminações e mortes pelo coronavírus, em todos os continentes, exigiram que famílias, governos e empresas adotassem medidas de cuidado, algumas até vistas como extremas se considerarmos que a lógica de produção de desigualdades do chamado “mundo moderno” tem como um das suas facetas a constituição de aglomerações – em mo-radias precárias, em comboios, autocarros, etc. – como indicador de vulnerabilidades. Por isso, além de uma questão sanitária, a pandemia foi, em verdade, uma espécie de atestado sobre a insustentabilidade do modo de vida que nega direitos básicos para muitos e promove privilégios para poucos. Era hora, então, do mundo parar. E, mais do que isso, ser constituído – a partir de agora – em outras bases.4610534porComunicação comunitáriaJornalismo de proximidadeIntroduçãobook part10.25768/654-945-9https://labcomca.ubi.pt/comunicacao-comunitaria-e-jornalismo-de-proximidade-dialogos-e-desafios-em-cenarios-de-crises/