Vieira, Susana2025-01-132025-01-1320212179-4456PURE: 106235068PURE UUID: 5b97bdb9-7b66-4f26-81ad-2b49ec9a9157http://hdl.handle.net/10362/177369UIDB/00657/2020 UIDP/00657/2020Problematizaremos, em “A ave rara” e “O furto”, de Maria Velho da Costa, o amor como eixo que movimenta a existência e supera a finitude resistindo à tentativa de controlar a dor e a morte. Insistem os textos na disfuncionalidade e na ideia de corpo deslocado, porquanto sabem que no passo de um amor inumano se pode ser ou iniciar a existir. A linguagem de MVC, sendo “lugar e meio de transformação e não [...] meio transparente a um ‘pensamento’”, formula a estética do amor como um fenómeno de contravenção, que faz explodir e traça “os lineamentos de uma nova ordem”. Se, experimentado no excesso, o amor distorce a realidade, o que se contempla da realidade permite perdoar o amor em excesso. Suportando teoricamente a análise do texto-corpo numa leitura de Deleuze e Guattari, Levinas e Nancy (entre outros), além de na linha antropológica de Rodrigues, tratar-se-á o amor como uma inclinação do corpo interrompido por fraturas: a dor e a morte.19396893porCorpo-AmorMorteDorDeslocadoLibertaçãoAlgo de inteiramente novojournal articlea linguagem deslocada do amor na excedência do corpo finitohttps://periodicosonline.uems.br/index.php/REV/article/view/5267