Pereira, Ana Luiza2018-10-162018-10-1620160024-7413PURE: 3353632PURE UUID: bf974c79-c878-4439-aa07-c0f1be75428bhttp://hdl.handle.net/10362/49098info:eu-repo/grantAgreement/FCT/SFRH/SFRH%2FBPD%2F68478%2F2010/PT$ SFRH/BPD/68478/2010Nas últimas décadas a História da Diplomacia vem atraindo a atenção de muitos investigadores que se dedicam não somente ao estudo da política internacional, mas também ao papel socio cultural que os embaixadores assumiram no cenário das relações internacionais. Desde a criação das primeiras embaixadas portuguesas pós Restauração foi permanente a preocupação do monarca em nomear para representante diplomático personagens de destaque na corte. A escolha era feita com muita cautela e o estatuto que recebia era definido consoante a missão. João Gomes da Silva foi um personagem de destaque na Diplomacia portuguesa. Iniciou a sua carreira diplomática numa missão sem carácter à corte de Londres em 1709 e terminou a sua participação na diplomacia portuguesa na corte de Viena. Este artigo busca apontar alguns aspectos das enviaturas de João Gomes da Silva, o 4º Conde de Tarouca, nas cortes inglesa e vienense no que diz respeito, sobretudo, à família que o acompanhou em ambas. Veremos que, a escolha dos membros que fariam parte da família de um embaixador devia ser feita com muita cautela, uma vez que, também se esperava deles, criados, decoro e respeito nas cortes europeias.22195295porEmbaixadorconde de TaroucaJoão Gomes da SilvaPortugalDiplomaciaArts and Humanities (miscellaneous)O Embaixador João Gomes da Silvajournal articleapontamentos sobre a sua trajetória das cortes européias setecentistas