Dias, Alexandra Magnólia2025-03-082025-03-082024-121645-9199PURE: 112026599PURE UUID: b2cc7a67-3744-46fa-8105-c2781da7b108ORCID: /0000-0002-8798-0835/work/179617808http://hdl.handle.net/10362/180296UIDB/04627/2020 UIDP/04627/2020Na guerra civil em curso no Sudão (2023-), os beligerantes têm resistido a iniciativas de mediação, e os mediadores inicialmente falharam em incluir representantes da sociedade civil, designadamente mulheres. Tanto a violência de género (violação) como a fome têm sido utilizadas enquanto táticas de guerra. Os civis permanecem na linha da frente para garantir que a ajuda mínima chegue a quem dela precisa, enquanto os beligerantes impuseram um bloqueio à assistência humanitária. Face ao prolongamento da guerra desde abril de 2023, o presente artigo visa compreender o atual dilema e os possíveis cenários para um Sudão pós-guerra, com a necessidade de inclusão de civis nas iniciativas de negociação de paz e, uma vez a guerra terminada, à frente dos destinos do Estado.9159364porConflito armadoCrimes de guerraViolação em massa de direitos humanosFormação do EstadoSDG 16 - Peace, Justice and Strong InstitutionsSudãojournal articleUma guerra sem fim à vistahttps://ipri.unl.pt/index.php/pt/publicacoes/revista-r-i/arquivo-de-revista-r-i/5475-relacoes-internacionais-n-84