da Luz, Hilarino2022-06-092022-06-092020978-65-5706-663-8PURE: 42195880PURE UUID: 60ad21f3-e247-4f3b-9134-bba0c2ecd349ORCID: /0000-0001-5694-5781/work/114258020http://hdl.handle.net/10362/139691UIDB/04666/2020 UIDP/04666/2020 DL.57/2016/CP1453/CT0101A delineação etnográfica assenta o seu olhar num contexto e numa história. Situase, portanto, no espaço e no tempo e tenta entender o outro. A descrição é direta nas suas palavras e é mediatizada por todos os meios de acesso possível, nomeadamente através da cartografia, fotografia e do diário de campo, dada a sua replicabilidade. Desse modo, a descrição etnográfica faz da sua especificidade a conexão existente entre o estudo da cultura e da escrita. Trata-se, pois, de uma escrita que faz depender a narração pessoal da descrição, sendo que essa narração não deixa de estar presente como uma verdadeira introdução ao que se segue na descrição etnográfica. Neste sentido, procuro com este artigo apresentar uma abordagem da representação etnográfica na obra Lavra (2005) de Ruy Duarte de Carvalho (1941-2010), um autor que nasceu em Portugal, e, adquiriu a nacionalidade angolana. Refira-se que o título Lavra, além de significar a lavoura de algodão, também tem o significado de “ser da fabricação, da execução” e da criação de poema de Ruy Duarte de Carvalho, de 1970 a 2000.10271691porAngolaRuy Duarte de CarvalhoEtnografiaViagemRepresentação etnográfica na obra Lavra de Ruy Duarte de Carvalhobook part10.22533/at.ed.638200812https://www.atenaeditora.com.br/post-ebook/3722