Quintela, Denise Henriques2025-01-202025-01-202023978-989-8271-22-8PURE: 106591806PURE UUID: 92caa80f-6c62-4495-89f1-da66acc5b81chttp://hdl.handle.net/10362/177682UIDB/05021/2020 UIDP/05021/2020Como se procurou evidenciar, a economia azul é o futuro, mas faz-se cada vez mais presente devido, por um lado, à centralidade do mar no combate às alterações climáticas e, por outro, às imensas possibilidades de rentabilização económico-financeira que o oceano oferece, Cientes disso, países como Portugal têm agendado o tema nas suas políticas de marca. Mas estes desenvolvimentos carecem de alicerces, e de motores, de índole científica, que só as IES podem propiciar. Pela ligação linguística, marítima e cultural, as IES de língua portuguesa têm vantagens competitivas nos novos mercados da economia azul, no triângulo Ensino/Investigação/Ligação à Sociedade (civil, política e empresarial). Paralelamente, têm uma enorme responsabilidade na conservação do oceano e da biodiversidade para a sustentabilidade climática e ambiental. A AULP pode ser, tal como um país, uma marca, que marque a diferença no mundo levando-lhe aquilo que de melhor faz e tem para oferecer: a sua capacidade única de estabelecer redes de cooperação, de identificar sinergias colaborativas, e de, assim, promover a mudança.94156221porEconomia azulMarcaUniversidadesMarBenefícios da Economia Azul na Marca País e o Contributo das Universidadesconference object