Ribeiro, JoanaSilva, Helena da2019-04-092019-04-092018-11978-989-8593-16-0PURE: 11738740PURE UUID: ed8403d1-0eaa-4590-be60-3a3030552cb0http://hdl.handle.net/10362/66070UID/HIS/04209/2013Entre os serviços organizados para assistir os portugueses mutilados e estropiados no contexto da Primeira Guerra Mundial destacam-se o Instituto Médico-Pedagógico de Santa Isabel (Casa Pia de Lisboa) e o Instituto de Reeducação dos Mutilados da Guerra de Arroios. Segundo a imprensa da época, a imagem de ambos foi bipolar. Por um lado, os médicos que neles desempenhavam funções publicavam os mais favoráveis relatos do seu funcionamento e da evolução dos mutilados. E, por outro, estes últimos davam conta de uma série de questões que desmitificavam todo o discurso positivo em torno da acção destes institutos em prol dos mutilados da guerra. Recordaremos alguns dados sobre a criação e desenvolvimento destes institutos, nos quais se destacaram figuras como o Dr. Costa Ferreira, o Dr. Tovar de Lemos e ainda o Dr. José Pontes. Nesta análise tentaremos dar a conhecer os dois pontos de vista antagónicos sobre os institutos referidos, partindo das notícias publicadas em vários periódicos e relatos da época.20428961porPrimeira Guerra MundialMutilados portuguesesImprensaReeducação dos mutilados'A [Des]favor dos mutilados da guerra’conference objecta situação no pós-guerra