Pinto, Sandra M. G.2018-02-022018-02-022016978-989-99567-4-2PURE: 3294715PURE UUID: 7b18503d-0006-4303-af65-c106f7d84e30ORCID: /0000-0002-7367-3148/work/48520836http://hdl.handle.net/10362/29725SFRH/BPD/84349/2012 UID/HIS/04666/2013Neste artigo analisa-se uma importante instituição concelhia portuguesa: a almotaçaria. Explica-se a sua origem, estrutura e funcionamento. Salienta-se que umas das competências do almotacé, enquanto oficial específico desta instituição, foi o controlo do construtivo, para além do mercado e do sanitário. Utilizando maioritariamente fontes históricas escritas, apresentam-se as normas de construção medievais, focando em particular o regulamento de Lisboa, compilado em 1444, e estabelecem-se afinidades com outros diplomas jurídicos. Identificam-se as várias transformações ocorridas na estrutura da instituição da almotaçaria de Lisboa, em finais da Idade Média, as quais, comparadas com as de outras vilas e cidades do reino, permitem perceber a sua singularidade26680042porControlo do construtivoNormas de construçãoAlmotaçariaLisboaIdade MédiaA instituição da almotaçariabook parto controlo da atividade construtiva e as singularidades de Lisboa em finais da Idade Média