Granado, AntónioSilva, Dora Santos2021-06-142021-06-142021-041645-5681PURE: 31943867PURE UUID: 5e859378-fce6-40e3-a272-eba59ef2b9a1Scopus: 85106247713ORCID: /0000-0002-7990-6176/work/202363318http://hdl.handle.net/10362/119246UIDB/05021/2020 UIDP/05021/2020A condição de “híbrido” é indissociável do ecossistema mediático contemporâneo, porque define a fusão de linguagens, formatos, modelos e práticas. No entanto, não é novo no jornalismo. Usando um exemplo flagrante, ainda há pouco mais de 50 anos assistimos a um movimento jornalístico, impulsionado por Tom Wolfe, Gay Talese e Truman Capote, que defendia o uso de técnicas e recursos da literatura no jorna-lismo. Saíram deste “new journalism” ou “jornalismo literário”, algumas das reporta-gens e perfis de longo formato mais conhecidos, como “Frank Sinatra has a cold” (da autoria de Gay Talese, publicado na Esquire em 1966) ou “In cold blood” (de Truman Capote, publicado como uma série na The New Yorker, em 1965). Hoje, o jornalismo narrativo ainda junta estas linguagens aparentemente distintas.4518876porCommunicationIntroduçãoIntroductionHybridity and journalismeditorial10.14195/2183-5462_38_0Hibridismo e jornalismohttps://www.scopus.com/pages/publications/85106247713https://impactum-journals.uc.pt/mj/article/view/9767