Caetano, Maria Teresa2014-07-262014-07-2620071646-1762http://hdl.handle.net/10362/12580Revista do IHA, N.4 (2007), pp.54-117Com este artigo pretende-se – para além de se abordar de um modo genérico o mito ulisseio fundador do topos olisiponense e as suas repercussões no contexto do humanismo quinhentista de génese nacional – construir um discurso acerca da evolução urbanística do ópido de Olisipo, abordando os diversos momentos da sua história, com particular enfoque no urbanismo proto-romano, do qual se vão conhecendo já alguns testemunhos púnicos. O cerne deste trabalho, todavia, centra-se na época romana e a partir da reforma augustana, provavelmente encetada como consequência da atribuição do estatuto municipal a esta cidade que tomou a designação de Felicitas Iulia Olisipo e a sua evolução ao longo do tempo, realçando-se a análise dos principais vestígios arquitectónicos e/ou artísticos subsistentes, bem como o seu desenvolvimento e as vicissitudes históricas que lhe foram modelando o fácies e impuseram um distinto prospecto, sobretudo na época baixo-imperial.porCriptopórticoForoTeatroCircoMosaico«O último porto de Ulisses»: história, urbanismo e arte de Felicitas Iulia Olisipojournal article