Lousa, TeresaMikosz, José Antar2023-02-172023-02-1720222238-8869PURE: 53596783PURE UUID: 88f4da1a-0a5a-474c-bb5a-9b65f2084ab6Scopus: 85139842984http://hdl.handle.net/10362/149396UIDB/04666/2020 UIDP/04666/2020As artes têm um papel decisivo nos debates sobre o Antropoceno: estas revelam a consciência de mais uma crise causada pelo humano, pondo a nu a decepção com a ordem civilizacional. A arte paleolítica já trazia uma consciência humilde e grata do humano face à grandiosidade dos animais e da natureza. No mundo contemporâneo a arte que recebe uma influência indígena e xamânica, com uma linguagem que mais do que trazer à colação questões como destruição e extinção, oferecem uma dimensão de beleza e harmonia com o cosmos, uma esperança de abertura a uma consciência verdadeiramente humanizada, exerce uma crítica consciente ao Antropoceno. Testemunha deste fenómeno é a popularização global da ayahuasca, que saindo das florestas da América Latina para os grandes centros da Europa e da América do Norte tem inspirado muitos artistas, proporcionando um debate artístico-político que coloca em relação a ecologia, a harmonia cósmica e a pluralidade cultural131151640porAntropocenoXamanismoMulticulturalidadeEcologiaArteArts and Humanities (miscellaneous)Antropoceno e a Consciência Artística Globaljournal article10.21664/2238-8869.2022v11i2.p252-264Do Paleolítico à Sabedoria Ancestral da Floresta Amazônicahttp://periodicos.unievangelica.edu.br/index.php/fronteiras/article/view/6298