Costa, João Paulo Oliveira eLacerda, Teresa Paula Argente2017-03-032017-03-032006-062017-03-03http://hdl.handle.net/10362/20193http://www.cham.fcsh.unl.pt/ext/files/varia/tese_teresa.pdfA memória é essencialmente uma coisa que se perde, porque tem por base um invento que decorre num tempo e num espaço fluidos e irrepetíveis. O indivíduo está condenado a perder esse momento e a memória constrói-se a partir dessa perda, esta é a sua essência. Por outro lado, são poucas as memórias que deixam testemunho para a posteridade, a grande maioria morre com o indivíduo que a guarda. Mesmo as que sobrevivem têm que se sujeitar, de novo, ao devir do tempo, às catástrofes naturais e humanas, aos julgamentos de mentalidades e épocas e, por último, só têm a durabilidade da Terra, como compreende Álvaro de Campos no seu poema Tabacaria: “morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu”. O problema da memória é um problema uni versal, vivido no quotidiano por todos os homens e dela resultam as vi sões que têm de si próprios, do outro afectivo, do Homem da sua actualidade, do Homem do seu passado. A memória é assim a base para todo o tipo de conhecimento e, como tal, somos tentados a pensar que a memória é uma coisa que se tem. Mas de novo o conhecimento está ele próprio sujeito ao tempo e ao espaço, à flexibilidade das teses produzidas, à sua durabilidade.porHistória da Expansão PortuguesaHistória SocialNobrezaEstado Português da IndiaOs Capitães das Armadas da Índia no reinado de D. Manuel I – uma análise socialmaster thesis