Miranda, MadalenaAlexandre, Ilo2022-03-212022-03-212021-122183-7198PURE: 42508651PURE UUID: 21900453-5dc5-49e5-b524-de65dfbca9deORCID: /0000-0002-1256-6613/work/110250776http://hdl.handle.net/10362/134976UIDB/05021/2020 UIDP/05021/2020Wendy Hui Kyong Chun, em Updating to Remain the Same: Habitual New Media (2016), argumenta que os media se tornam mais importantes quando parecem não ter importância—quando transitam do “novo” para o “habitual”. A autora interpreta a integração das redes sociais nos nossos hábitos como um conceito definidor do presente. Com o momento pandémico, os modos contemporâneos de existência fizeram emergir tais mediações como globalmente evidentes. As fragilidades expostas da vida real, orgânica parecem agora ser mediadas através da existência digital e da mediação tecnológica dos novos media habituais. No contexto da pandemia, “a vida no écran” torna-se o cânone da existência contemporânea. Este número da Revista de Comunicação e Linguagens reúne artigos, entrevistas e ensaios visuais sobre as mediações dos novos media habituais, com foco no individual ou no pequeno coletivo, que se relacionam com esta perspectiva da intimidade digital no contemporâneo.780929porIntroduçãoeditorial10.34619/ls8x-3mmthábito, crise e novos mediahttps://rcl.fcsh.unl.pt/index.php/rcl/article/view/156