Brandão, José ManuelSousa, Fernanda Reis2024-07-162024-07-1620152183-4350PURE: 43132209PURE UUID: 3350f9e5-d84f-41ea-805a-9daff14365f3ORCID: /0000-0002-7849-3306/work/206429961http://hdl.handle.net/10362/169704UID/HIS/04209/2013baixa qualidade dos carvões lignitosos explorados nas concessões do Couto Mineiro do Lena recomendava, vivamente, a sua utilização “à boca da mina”, em fornos de cerâmica e de fabrico de cais para a construção, em destilados e briquetes e na produção de eletricidade. Esta última proposição começou a ser implementada no final da década de 1920, com o lançamento da construção de uma central termoelétrica que entraria em funcionamento poucos anos depois. A definição do local de construção condicionada, entre outros fatores, pelas disponibilidades em água necessária para assegurar o funcionamento das caldeiras, e dos equipamentos eletromecânicos e de arrefecimento, foi difícil, tendo a concessionária das minas oscilado entre a Batalha, mais perto da fonte de carvão, e Porto de Mós onde iriam ser concentrados os seus principais serviços. Se bem que possam fazer-se leituras diferentes, a decisão sobre o local de implantação da obra, à entrada de Porto de Mós, foi eminentemente técnica, marcada sobretudo pelas facilidades na tomada de água, garantido um caudal suficiente e contínuo, e acordadas com o município as devidas contrapartidas.141319503porElectricityPower plantPorto de MósBatalhaSem água não há eletricidade!No water, no electricityThe case of Lena's plant power in Porto de Mósjournal articleO caso da Central Lena em Porto de Mós