Durand, Júlia2018-04-212018-04-212017-06-28PURE: 3984518PURE UUID: 758223ec-e479-476b-b037-c3c3a58dd33bORCID: /0000-0001-6126-4585/work/180537406http://hdl.handle.net/10362/35073UID/EAT/00693/2013Actualmente, o que é internacionalmente conhecido por library music é ouvido em inúmeros filmes, desde telejornais e documentários a vídeos de youtube e pornografia. Os sites que comercializam esta música categorizam-na segundo géneros, instrumentação, emoção e ambiente, e a sua produção está estreitamente relacionada com a procura e tendências das indústrias audiovisuais. Proponho pensar a produção conjunta de library music segundo o conceito de ‘musicking’ de Christopher Small (1998), explorando o modo como todos os seus intervenientes (compositores, intérpretes, consultores musicais das companhias, criadores de audiovisual e espectadores) exercem um peso e influência específicos para determinar em que contexto esta música será ouvida, quer tenham ou não o que seria convencionalmente entendido como uma formação musical.1484566porlibrary musicaudiovisualmusickingChristopher SmallLibrary music(king)conference object