Chora, Ana Margarida2021-04-132021-04-132018978-989-8916-01-3PURE: 27497148PURE UUID: 84a51b4c-2199-4361-9817-17ba5a6096efORCID: /0000-0003-1049-4748/work/92170428http://hdl.handle.net/10362/115486UID/ELT/00657/2013A poesia de Camilo Pessanha é reconhecida sobretudo pela representação de um Simbolismo peculiarmente ligado à sonoridade lírica, aproximando-se da estética simbolista francesa. No entanto, apesar da sonoridade difusa, a poesia de Camilo Pessanha procura fixar-se semântica e estilisticamente numa imagética decadentista, sugerida através da exploração de espectros cromáticos equívocos, típicos da Belle Époque, os quais reflectem as fragilidades do sujeito poético. Os matizes são apreendidos em função dos sentimentos ligados à vida, às sensações de estagnação e à imobilidade, em conformidade com o imaginário visual da época, já que se trata de um período obcecado, na arte e na técnica, com a preservação das imagens.12195036porSimbolismoDecadentismoCamilo Pessanha (1867-1926)VisualismoBelle ÉpoqueImagéticaCamilo Pessanha e os matizes da decadênciabook parthttp://www.lusosofia.net/textos/20180419-ernesto_rodrigues_1767_um_ano_de_gigantes.pdf