Leal, João2020-03-252020-03-2520192236-7527PURE: 15769250PURE UUID: 68ecd562-d863-461b-8d35-3f922f3647cfScopus: 85072055693ORCID: /0000-0002-0513-103X/work/71229672http://hdl.handle.net/10362/95055UID/ANT/04038/2019Anualmente realizam-se em São Luís (Maranhão) cerca de 80 festas do Divino Espírito Santo, a maioria em terreiros de tambor de mina e envolvendo a construção de articulações várias entre as festas e entidades e rituais afrorreligiosos. Neste artigo centro-me na participação dos encantados (voduns, orixás, nobres, princesas e caboclos) em distintos segmentos rituais das festas, situados ora do lado da estrutura, ora do lado da antiestrutura. Mostro que essa participação se faz de acordo com a divisão dessas entidades em dois grandes grupos, também eles situados do lado da estrutura (voduns, orixás, nobres e princesas) e do lado da antiestrutura (caboclos). Pode-se, portanto, falar em congruência estrutural entre as festas do Divino e os grandes princípios organizadores do panteão e do ritual do tambor de mina. Argumento que essa congruência é ativamente construída pelos terreiros e é central para entender os processos de apropriação das festas pelo tambor de mina.20142802porAfro-Brasilian religionsFestivalsHoly GhostMaranhãoTambor de minaFestivaisReligionReligiãoReligiões Afro-BrasileirasFestaBrasilCultural StudiesAnthropologySocial Sciences (miscellaneous)Os Encantados nas festas do DivinoThe Enchanted in festivals of the Holy GhostStructure and Anti-Structurejournal article10.1590/2238-38752019v924Estrutura e antiestruturahttps://www.scopus.com/pages/publications/85072055693http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2238-38752019000200431&tlng=pt