Ferreira, Liliana Domingues Reis2024-03-142024-03-1420231645-9199PURE: 85304265PURE UUID: 0e9caa98-7209-4007-91e5-b74894690455http://hdl.handle.net/10362/164905UIDB/04627/2020 UIDP/04627/2020Este artigo argumenta que a invasão russa da Ucrânia e a tentativa de Moscovo internacionalizar o conflito implicando os Estados Unidos da América não poderiam ter vindo em pior altura para Washington. No entanto, a Administração Biden identificou esta invasão como uma guerra de transição de poder e um ataque às regras liberais internacionais, tornando a intervenção americana inevitável. Justifica-se o argumento explicando a visão e o papel norte-americanos no sistema internacional, as razões pelas quais a invasão da Ucrânia é uma guerra de transição de poder e como a fragilidade europeia e a importância da aliança transatlântica foram também cruciais para as escolhas da Administração Biden.9172718porEstados Unidos da AméricaRússiaGuerra na UcrâniaTransição de poderA indesejada guerra do mundo livrejournal article10.23906/ri2023.77a08https://ipri.unl.pt/index.php/pt/publicacoes/revista-r-i/arquivo-de-revista-r-i/4952-relacoes-internacionais-n-77-early