Rei, António2024-10-022024-10-0220212237-6585PURE: 27464465PURE UUID: 7477d2b9-83f4-4ec4-9993-6fe988296d2aORCID: /0000-0002-7269-3227/work/168801499http://hdl.handle.net/10362/172863UIDB/00749/2020 UIDP/00749/2020 DL 57/2016/CP1453/CT0072A expansão geográfica do Islão, englobando territórios férteis, como a Mesopotâmia e o delta do Nilo, contribuiu para um gradual enriquecimento gastronómico, também a com a maior presença de muitos condimentos, provenientes de rotas comerciais consolidadas, quer por bizantinos, com o Norte de África; quer por persas, com a Índia. Ou seja, a culinária “árabe”, fora da Península Arábica, foi-se tornando, clara e naturalmente, um produto de progressiva aculturação e de sincretismo. Os “tratados árabes de culinária”, descrevem e registam, em árabe, uma realidade culinária e gastronómica já bastante compósita, e muito afastada da culinária dos árabes do deserto dos primórdios do Islão.10218814porGeneral Arts and HumanitiesSDG 4 - Quality EducationTratados árabes de culinária do ocidente islâmico (séculos IX – XIII)journal articlehttps://www.dialogosmediterranicos.com.br/RevistaDM/article/view/419