Albuquerque, Cristina2017-06-142017-06-1420162317-5389PURE: 2558473PURE UUID: 930b4920-bfc7-4fe6-903e-754e2c659a7fhttps://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/direitoshumanosedemocracia/article/view/5667UID/SOC/04647/2013No presente artigo procuramos refletir em torno da conceção de “mal” nas sociedades democráticas modernas. O eixo analítico condutor desta reflexão centrar-se-á na relação entre uma determinada conceção de mal e os pressupostos da intencionalidade e da responsabilidade individual. Para o efeito, partiremos da tese de Arendt sobre a banalidade do mal, produzido e disseminado no âmago de regimes totalitários, discutindo os elos entre a (in) capacidade de pensar e de julgar e o livre-arbítrio, para, de seguida, posicionar algumas hipóteses sobre a compreensão do mal nas sociedades contemporâneas.21204661porArendtMalBanalidadeRadicalidadeJulgamentoPensamento, julgamento e “política do mal”journal articleDiscussão da abordagem Arendtianahttps://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/direitoshumanosedemocracia/article/view/5667