Duarte, António Paulo David Silva2023-01-192023-01-1920222795-4331PURE: 50803334PURE UUID: 33936560-83cb-4e37-8423-d24b5480de82http://hdl.handle.net/10362/147864UIDB/04209/2020 UIDP/04209/2020Este texto visa examinar os quadros geopolíticos setecentistas e oitocentistas, analisando, em sequência, a lenta erosão da relação de Portugal com o Brasil e a independência do segundo país no primeiro quartel do século XIX. Paradoxalmente, nesta perspetiva, não trabalhará a relação colonial de Portugal com o Brasil, nem a geopolítica da América do Sul, e só levemente se passará por aquela que lida com o Atlântico. Na realidade, no essencial, quer o sistema luso-brasileiro, quer o império americano da Espanha, dependiam do que se passava na Europa e das relações de carácter político e geopolítico que substantivamente engendravam o “Concerto Europeu” e destas decorrem as condições que ou sustiveram sobre domínio da metrópole estes vastos estados ultramarinos ou lhes abriram as portas à independência17431206porEpirocraciaGeopolíticaGuerraEuropaSistema Imperial Luso-BrasileiroMaritimidadeA Geopolítica do Século XVIII e do Século XIX e o Sistema Imperial Luso Brasileirojournal article10.56092/FVFR8701https://www.defesa.gov.pt/pt/defesa/organizacao/comissoes/cphm/rphm/edicoes/ano2/n32022/GEOPOLITICA/