Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10362/7480
Título: Da vivência do tempo a vivência do espaço: a ogdóade na arte da antiguidade tardia
Autor: Wrench, Licínia Nunes Correia
Data: 1998
Editora: Colibri
Relatório da Série N.º: 12;
Resumo: Nos primeiros séculos do cristianismo, quer consideremos a arquitectura quer as artes decorativas, enconframos testemunhos de representações às quais o número oito está subjacente ou como octôgono ou como dois quadrados secantes ou como forma radial. A unidade de oito elementos manifestada nas formas estará relacionada com o conceito e o simbolismo que os Padres da Igreja atribuíram à ogdóade.' É a partir do número oito que alguns exegetas da Bíblia chegam, por exemplo, ao número 666 da Besta do Apocalipse, usando o designado método dos números triangulares que consiste na adição de todos os algarismos que vão da unidade ao número que se pretende considerar. Assim, o tiiangular de 8 (1-1-2-1-3...) é 36 e o tiiangular de 36 é 666.2 Oufras complicadas aritméticas foram usadas pelos primeiros pensadores cristãos para interpretar muitos dos números referidos no Antigo e no Novo Testamentos, atiibuindo-lhes significados que fundamentam nos próprios textos das Sagradas Escrituras.
URI: http://hdl.handle.net/10362/7480
ISSN: 0871-2778
Aparece nas colecções:Revista da FCSH -1998

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