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dc.contributor.authorBabo, Maria Augusta-
dc.date.accessioned2012-07-13T12:49:48Z-
dc.date.available2012-07-13T12:49:48Z-
dc.date.issued1998-
dc.identifier.issn0871-2778-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/7425-
dc.description.abstractAmante da Cidade, é a sua configuração do espaço através dos tempos que se impõe como desafio ou ainda, a marca indelével dos tempos na vivência do espaço. Transformá-la em linguagem é talvez redator. Mas a atracção a considerá-la como "um tecido", "uma escrita", acarreta e desafia a sua leitura. Desta leitura se poderá dizer que ela é tanto o discurso que sobre a cidade se tece, lendo, apreendendo, articulando os elementos arquitectónicos e a sua inserção no espaço urbano, a rede de vias, acessos, comunicações que no seu interior se estabelece, como também a própria deambulação no espaço urbano, feita de vivências, ritmos e paragens: hipóstases e êxtases, enfim, o conjunto de prádcas citadinas a que poderemos chamar globalmente actos de enunciação.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherColibripor
dc.relation.ispartofseries11-
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleAlgumas considerações prévias sobre a cidade como espaço escritívelpor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage287por
degois.publication.lastPage298por
Aparece nas colecções:Revista da FCSH -1998

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