| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 917.32 KB | Adobe PDF | |||
| 1.74 MB | Adobe PDF | |||
| 1.8 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O corpo é um signo cultural e social que produz diferentes discursos. É o espaço físico humano onde são aplicados os códigos sociais, leis, normas e ideais. O corpo pode representar e agir como um símbolo do poder ou da subordinação, de luta ou resistência, um meio para a promoção das práticas sociais. Não é motivo de espanto, portanto, que tenha assumido um lugar central na teoria feminista. Se o corpo é um elemento fundamental para a compreensão do ser humano (culturalmente, socialmente e até sexualmente), este não pode ser desconsiderado numa análise onde a representação da mulher é observada. Autoras feministas como Betty Friedan e Germaine Greer chamaram atenção para o facto de as revistas femininas serem um veículo para o ideal patriarcal, que condiciona a definição socialmente construída da feminilidade. Na verdade, esses produtos culturais apenas servem um propósito: o entretenimento. No entanto, tendo em consideração os estereótipos que são veiculados nas revistas femininas, poderemos nos questionar se este foco no entretenimento é politicamente inocente e neutro. Ao colocar o corpo no centro da discussão, esta dissertação tem por objectivo analisar se a construção discursiva da feminilidade nas revistas femininas segue os valores de uma perspectiva pós-feminista.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Estudos Sobre as Mulheres
Palavras-chave
Revistas femininas Corpo Discurso Género
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
