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Orientador(es)
Resumo(s)
O aparecimento de novos materiais e novas tecnologias de produção criou um novo paradigma nos Ensaios Não Destrutivos (END). Exemplo disso é a microfabricação, cuja evolução não tem sido acompanhada por um desenvolvimento consentâneo das técnicas de END, não existindo actualmente capacidade para detectar defeitos submilimétricos com a fiabilidade desejada. Recentemente foram dados os primeiros passos no desenvolvimento de uma nova metodologia de END baseada em células bacterianas para a detecção de micro-defeitos.
O objectivo deste trabalho é continuar a explorar a dimensão, mobilidade, aderência, e fluorescência de células bacterianas para identificar micro-defeitos. Pretende-se validar a metodologia experimentalmente, compreender a influência dos vários parâmetros e determinar o limiar de detectabilidade.
Foram produzidos defeitos artificiais em diferentes materiais, e foram realizados ensaios com diferentes bactérias e parâmetros de inspecção. Foi comparado o desempenho da técnica com os Líquidos Penetrantes e a nova metodologia foi também aplicada a componentes micro fabricados.
Os resultados mostram que a metodologia é funcional e fiável na identificação de defeitos com dimensões superiores a 12,7 μm no cobre e 12,5 μm no alumínio e 9,6 μm no aço inoxidável 304 L. Comprovou-se que é possível e útil tirar partido das propriedades das bactérias, e que as diferentes variantes da metodologia são adequadas a esse fim.
Descrição
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em
Engenharia Mecânica
Palavras-chave
Ensaios Não Destrutivos Suspensão de células bacterianas Micro-defeitos Microfabricação
