|
RUN >
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) >
Revista da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas >
Revista da FCSH - 2001 >
Please use this identifier to cite or link to this item:
http://hdl.handle.net/10362/7930
|
| Title: | Limites e virtudes do reducionismo ciência e literatura |
| Authors: | Mourão, José Augusto |
| Issue Date: | 2001 |
| Publisher: | Colibri |
| Abstract: | O reducionismo é necessário e impossível. O cientista é reducionista
por opção metodológica. Mas o humanista, em particular em Literatura, tem
tendência a exorcizar o método como explicação totalitária. Dirá que a
Razão, ao dissecar, separa e o Uno se perde. A querela explicar vs compreender
resume um mal-entendido antigo entre a ciência e a literatura. Exporemos
o princípio: melhor explicar é melhor compreender. Concluiremos que
a transdisciplinaridade traz a esta querela alguma luz e operacionalidade. O medo do reducionismo é antigo e pervivente tanto mais agora que a vertigem
tecnológica contamina hoje todos os campos do saber e da experiência
pondo em causa o humano qua humano. |
| URI: | http://hdl.handle.net/10362/7930 |
| ISSN: | 0871-2778 |
| Appears in Collections: | Revista da FCSH - 2001
|
Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.
|