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http://hdl.handle.net/10362/7927
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| Title: | As ciências do homem e da natureza hoje |
| Authors: | Silva, Manuel José Lopes da |
| Issue Date: | 2001 |
| Publisher: | Colibri |
| Abstract: | A sociedade pos-modema, superficial e consumista, que é gerida por
intelectuais e gestores especializados, exibe um grau elevado de burocratização
ao serviço dum poder político-econômico policêntrico dominado por
gmpos de pressão particulares. E é também extremamente vulnerável e
sujeita a crises, por ser carente dum sistema de crenças como assinalou
Danial Bell entre outros.
As políticas de Ciências e Tecnologia são conduzidas pela Universidade,
pela Indústria e pelas Instituições sem fins lucrativos e orientam a
designada "comunidade científica".
Como "comunidade", segue um "ethos" baseado em quatro "imperativos"
ou valores: o universalismo, o comunalismo, o desinteresse e cepticismo
organizados, e a autonomia.
Estes quatro imperativos de Merton ignoram os valores éticos mais
gerais que os investigadores, como pessoas, deveriam respeitar criando-se o
grande problema actual da ética científica.
A separação entre Ciência e Tecnologia e Ciências Sociais e Humanas
está na origem da perplexidade em que se encontram as novas ciências
interdisciplinares, como a comunicação, que têm dificuldade em estabelecer
o respectivo quadro axiolôgico.
A Sociedade da Informação que é apresentada como exemplo, ignora
dimensões humanas fundamentais e, com a sua metáfora do computador,
acentua a ruptura entre a ciência, a tecnologia e a ética referida por Bustamante. |
| URI: | http://hdl.handle.net/10362/7927 |
| ISSN: | 0871-2778 |
| Appears in Collections: | Revista da FCSH - 2001
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