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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10362/6975

Título: A promoção da auto-eficácia na aprendizagem da história: estudo no 7º ano de escolaridade
Autor: Batista, Maria Emília Ramos Vaz
Orientador: Nogueira, João Manuel Nunes da Silva
Palavras-chave: Auto-eficácia académica
Construtivismo
Rendimento escolar
Issue Date: Sep-2011
Editora: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Resumo: O estudo tem como objectivo perceber se a abordagem metodológica de inspiração construtivista influencia positivamente a auto-eficácia e os resultados dos alunos do 7º ano de escolaridade na disciplina de História. O construtivismo concebe a aprendizagem como um processo de construção por parte dos alunos e descreve como surge a compreensão conceptual mais profunda (Fosnot, 1999). A História, como disciplina dedicada à compreensão do passado pode ser construída também pelos alunos (Bruner, 2000). O ensino é crucial, sendo um dos factores que pode afectar os julgamentos de eficácia dos alunos (Bandura, 1994, 1998). Este estudo decorreu ao longo do 1º Período do ano lectivo de 2010/2011, com quatro turmas intactas divididas em dois grupos, num total de 101 alunos. O questionário SEQ-C (Self-Efficacy Questionnaire for Children) (Nogueira, 2008), acrescido, agora, da escala de auto-eficácia em História, foi administrado aos participantes no início, a meio e no final do Período, seguido sempre da realização de uma ficha de avaliação. O instrumento apresentou uma boa consistência interna nos domínios da auto-eficácia académica, social, emocional e em História. A primeira intervenção de inspiração construtivista, com grupo de turmas 1, ocorreu até meio do 1º Período e a segunda intervenção, com grupo de turmas 2, decorreu até final do mesmo Período. Assim, cada grupo serviu de controlo a si próprio. Neste estudo, a metodologia numa linha construtivista revelou uma diferença significativa favorável ao grupo 1 nos resultados escolares. Esta diferença já não se manteve, quando, posteriormente, foi ministrado aos alunos um ensino expositivo, que Bruner (2000) denomina de ensino didáctico. O estudo não revelou diferenças significativas na auto-eficácia entre os dois grupos de turmas. A duração das intervenções no estudo, pode ter sido insuficiente em termos de possibilitar a mudança das crenças de auto-eficácia.
Descrição: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação, área de especialização em Análise e Intervenção em Educação
URI: http://hdl.handle.net/10362/6975
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