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http://hdl.handle.net/10362/6801
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| Title: | Antero de Quental e a geração de 50 |
| Authors: | Pereira, José Esteves |
| Issue Date: | 1995 |
| Publisher: | Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa |
| Series/Report no.: | Vol.2;N.8 |
| Abstract: | Antero de Quental (1842-1891) toma-se em 1865, e em 1871, arauto
de uma geração que define como tendo saído decididamente e
conscientemente, da "velha estrada da tradição".*^' Esta geração que,
primeiro em Coimbra, com a polêmica do "Bom senso e do Bom gosto", e
depois em Lisboa, com as Conferências do Casino Lisbonense se abre às
novas correntes de pensamento europeu faz, também, o balanço do
liberahsmo político e cultural do país retomando projectos frustrados de
uma significativa geração: a de 1850.
A geração a que pertencem, José FeHx Henriques Nogueira, Antônio
Pedro Lopes de Mendonça e Sousa Brandão foi marcada pelos
acontecimentos revolucionários europeus de 1848 e procura superar a
crise do liberalismo português, no rescaldo da Patuleia e da intervenção
anglo-espanhola que conduz à convenção de Gramido e põe termo à
guerra civil.
O que pretendo aqui apresentar é a apreciação que Antero de
Quental vem a fazer de dois dos mais significativos expoentes da geração
de 50: José Felix Henriques Nogueira (1825-1858) e Antônio Pedro Lopes
de Mendonça (1826-1865). |
| Description: | pp. 313-320 |
| URI: | http://hdl.handle.net/10362/6801 |
| ISSN: | 0871-2778 |
| Appears in Collections: | Revista da FCSH -1994/1995
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