DSpace UNL

RUN >
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) >
FCSH Departamentos >
FCSH: Departamento de História da Arte >
FCSH: DHA - Dissertações de Mestrado >

Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10362/5435

Título: A ideologia do progresso no discurso de Ernesto Vieira e Júlio Neuparth
Autor: Santos, Luís Miguel Lopes dos
Orientador: Castro, Paulo Ferreira de
Palavras-chave: Progresso
Positivismo
Música
Ideologia
Issue Date: Sep-2010
Editora: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Resumo: No período que medeia entre o início do século XVIII e a eclosão da Primeira Guerra Mundial, a cultura ocidental foi especialmente marcada pela ideia de «progresso»: a crença na possibilidade de um melhoramento gradual da sociedade humana, quer através de um esforço consciente dos indivíduos, quer devido a leis espontâneas da História. As teorias do progresso que se desenvolveram nesta época admitiam que a Humanidade tinha vivido e continuaria a viver num avanço contínuo desde uma condição primitiva até um estado futuro. Ao longo da sua história, no contexto de diversos climas intelectuais, a ideia de progresso foi apropriada por inúmeros pensadores e sujeita a variados usos filosóficos, ideológicos e políticos, revestindo-se assim de uma importância especial para a compreensão da civilização ocidental. Nas décadas que se seguiram à Revolução Francesa, e numa época em que os intelectuais procuravam pôr fim à desordem que reinava na Europa, a ideia de progresso desenvolveu-se em França no contexto do positivismo, doutrina que veio reivindicar a descoberta das leis da História. No programa comtiano para o progresso da Humanidade avultava a importância da transformação da sociedade por intermédio de uma regeneração mental e moral dos indivíduos, à qual se seguiria uma regeneração social e política. São precisamente estas dimensões que esta dissertação pretende explorar no discurso sobre música produzido por Ernesto Vieira (1848-1915) e Júlio Neuparth (1863-1919), duas personalidades que reflectiram e procuraram intervir em vários domínios do meio musical da sua época, uma inquietação à qual parece estar subjacente a ideia de progresso. No primeiro capítulo é examinado o seu discurso sobre a música sinfónica, com o intuito de entender a intenção que está por detrás da promoção da música sinfónica e dos «mestres clássicos». As suas reflexões sobre a música sinfónica são reveladoras da importância que concediam a este tipo de música num processo de aperfeiçoamento da Humanidade.
Descrição: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências Musicais, variante de Musicologia Histórica
URI: http://hdl.handle.net/10362/5435
Appears in Collections:FCSH: CESEM - Dissertações de Mestrado
FCSH: DHA - Dissertações de Mestrado

Files in This Item:

File Description SizeFormat
Luisantos.pdf1,24 MBAdobe PDFView/Open

Please give feedback about this item
Statistics
FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote Logotipo do DeGóis 

Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.

 

Universidade Nova de Lisboa  - Feedback
Promotores do RCAAP   Financiadores do RCAAP

Fundação para a Ciência e a Tecnologia Universidade do Minho   Governo Português Ministério da Educação e Ciência PO Sociedade do Conhecimento (POSC) Portal oficial da União Europeia