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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10362/3326

Título: Técnicas de avaliação funcional do controlo da ventilação no homem
Autor: Carmo, Miguel Mota
Neves, Paulo Roxo
Rendas, António Bensabat
Palavras-chave: Controle da ventilação
Estimulação com CO2
Pressões máximas
Pressão de oclusão
Pletismografia por variação de inductância
Escalas visuais analógcas de Borg
Issue Date: 1992
Editora: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Resumo: Os autores descrevem a experiência da primeira unidade de exploração funcional do controle da ventilação existente em Portugal, fazendo uma análise das vantagens e limitações de cada uma das técnicas que executam, nomeadamente estimulação com CO2, respitrace (pletismografia por variação de inductância), pressões máximas, pressão de oclusão e escalas analógicas de Borg. (Introdução) A regulação da ventilação processa-se através de um conjunto complexo de controladores, efectores e receptores (mecânicos e químicos), estando a resposta a diferentes estímulos dependente da integridade destes diferentes componentes, ou seja, poderá existir um centro respiratório (CR) íntegro com uma ventilação pulmonar inadequada. Assim, a técnica ideal para a avaliação funcional do controle da ventilação é aquela que permita medir directamente a actividade CR. Poderemos constatar (quadro) que essa técnica ainda não existe. Conseguimos controlar o estímulo (p.ex. CO2), mas não as respostas. Destas, a mais próxima é a medição invasiva da actividade do nervo frénico. Das técnicas não invasivas, mais próxima é a pressão de oclusão. No nosso laboratório iniciámos em 1983 o estudo e padronização da pressão de oclusão, após estágio no Laboratório de Exploração Funcional Respiratória do Hospital Cochin Port Royal de Paris, a que se seguiu a pletismografia por variação de inductância. Posteriormente estandardizaram-se as pressões máximas e a estimulação com CO2, encontrando-se em fase de avaliação os 'loads' respiratórios. A ordem de apresentação das técnicas será da que mede a actividade do centro respiratório com um maior envolvimento de efectores para a que recorre ao menor número destes.
Descrição: Arquivos da Sociedade Portuguesa de Patologia Respiratória. 1992; 9(2):63-72
URI: http://hdl.handle.net/10362/3326
ISSN: 0870-6646
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