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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/4259</link>
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    <pubDate>Tue, 21 May 2013 06:46:38 GMT</pubDate>
    <dc:date>2013-05-21T06:46:38Z</dc:date>
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      <title>Medir o tempo , medir as estações. A farsa vicentina e o carnaval</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/7940</link>
      <description>Title: Medir o tempo , medir as estações. A farsa vicentina e o carnaval
Authors: Palla, Maria José
Abstract: No âmbito do colóquio sobre as Ciências Humanas no ano XXI organizado&#xD;
pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, escolhemos analisar as&#xD;
relações entre a farsa vicentina e o Carnaval por a questão nos suscitar novas&#xD;
considerações.&#xD;
Para iniciar este estudo, teremos de começar pela eterna pergunta: quem&#xD;
é o primeiro dramaturgo português? Como se sabe, não se conhece texto&#xD;
dramático em Portugal datando do século XV. No entanto, resta-nos saber se&#xD;
foi Henrique da Mota ou Gil Vicente o primeiro a escrever texto dramático&#xD;
em Portugal, questão longe de estar resolvida. A evolução de um gênero literário&#xD;
é um processo lento e a verdade é que vamos assistindo a uma progressão&#xD;
que culmina na perfeição dos autos de Gil Vicente.&#xD;
Na verdade, a questão do lugar que Henrique da Mota ocupa na história&#xD;
do teatro português é controversa. Luciana Stegagno Picchio colocou-o no&#xD;
capítulo «Contemporâneos e epígonos de Gil Vicente» (1964), enquanto&#xD;
José Oliveira Barata o situa antes de Gil Vicente (1991: 72). De qualquer&#xD;
modo, consideramos Henrique da Mota anterior a Gil Vicente, por dois&#xD;
motivos: pela cronologia da obra de um e de outro e pela estrutura menos&#xD;
elaborada do primeiro. Ambos escreveram farsas, o gênero dramático europeu&#xD;
mais vivo do fim da Idade Média e início do Renascimento, conhecidas&#xD;
desde a Antigüidade grega (Aristófanes) e latina (Plauto).</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2001 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/7940</guid>
      <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A herança grega</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/7939</link>
      <description>Title: A herança grega
Authors: Santa Bárbara, Maria Leonor
Abstract: Antes de mais o tema: as Ciências Sociais no século XXI. É um título&#xD;
que revela o espírito de uma História que não é a História habitualmente&#xD;
descrita como narração e análise de acontecimentos pretéritos, mais ou&#xD;
menos conhecidos ou importantes. Esta idéia de Ciências Sociais no século&#xD;
XXI envolve, em 2002, um espírito prospectivo que vincula a História ao&#xD;
presente e, talvez mais ainda, ao futuro. As ciências sociais no século XXI,&#xD;
neste momento, são ainda as ciências sociais do século XX, não mudámos,&#xD;
nas ciências sociais e nas Humanidades, em nada de substantivo desde 31 de&#xD;
Dezembro de 1999 ou de 2000, como se prefira. Mas justamente as ciências&#xD;
sociais e humanas do século XX são (pelo menos plausivelmente) descritíveis&#xD;
como ciências prospectivas. Foram-no pela associação à actividade&#xD;
política, foram-no na ligação com a crítica social ou especializada, foram-no&#xD;
no domínio da investigação estritamente acadêmica que, cada vez mais, se&#xD;
desenvolve uniformizadamente em todas as ciências, sociais ou não. Essa&#xD;
ligação ao futuro pela prospecção teórica (nem sempre científica, depende&#xD;
da concepção de ciência que alguns ainda negam ao "social") marcou o&#xD;
século XX e, para todos os efeitos, é ainda sob a sua influência que se realiza&#xD;
tão precocemente no século XXI uma reflexão como a que este encontro&#xD;
promove.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2001 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/7939</guid>
      <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A cultura clássica e os estudos literários no século XXI</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/7938</link>
      <description>Title: A cultura clássica e os estudos literários no século XXI
Abstract: Herdeiros de uma exponencial evolução científica verificada, sobretudo,&#xD;
no século XX, os Estudos Literários são interpelados hoje a recolher,&#xD;
ordenar, sistematizar e desenvolver pistas de trabalho que decorrem de inúmeras&#xD;
correntes teóricas, desde o Formalismo Russo ao Pós-Modemismo,&#xD;
sem abandonar o contributo histórico quer da Antigüidade Clássica e da&#xD;
Idade Média, quer da Idade Moderna, inaugurada pelo Renascimento.&#xD;
No início deste século, é pertinente perguntar: quais são as linhas de&#xD;
orientação que presidem aos Estudos Literários? Que tópicos teóricos são de&#xD;
realçar, de acordo com os produtos resultantes da criatividade literária? Em&#xD;
que medida tais tópicos se inscrevem numa linha de continuidade ou de&#xD;
ruptura?&#xD;
Para estas linhas de orientação é legítimo indagar qual o contributo da&#xD;
Cultura Clássica, fonte histórica nuclear de toda a criação literária e artística,&#xD;
para não referir a Ciência em geral e a Filosofia, em particular. É sobre este&#xD;
contributo que esta comunicação pretende reflectir, apontando alguns aspectos&#xD;
fundamentais da riqueza desse patrimônio, não apenas no passado mas&#xD;
também no presente e no futuro.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2001 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/7938</guid>
      <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>As ciências musicais na transição de paradigma</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/7937</link>
      <description>Title: As ciências musicais na transição de paradigma
Authors: Carvalho, Mário Vieira de
Abstract: Como ciências auxiliares da história da música assim concebida, apareciam&#xD;
a história geral, incluindo a paleografia, cronologia, diplomática,&#xD;
bibliografia, biblioteconomia, arquivística; história da literatura e estudo das&#xD;
línguas; história das artes mímicas e da dança; biografia dos artistas, estatística&#xD;
das associações musicais, institutos e espectáculos.&#xD;
O objecto era a música, isto é, a música européia (não obstante a referência&#xD;
geral a povos e impérios) enquanto arte. «Escolas artísticas» e «artistas&#xD;
» particularizavam a incidência última da pesquisa, tematizando implicitamente&#xD;
a identificação de estilos como escopo fundamental da musicologia&#xD;
histórica. Como ciência primeira aparecia nesta, naturalmente, a paleografia&#xD;
musical ou estudo das «notações», tida como pressuposto indispensável à&#xD;
identificação das «formas musicais» e sua «classificação histórica», ao&#xD;
conhecimento das «leis da sucessão histórica» tal como se manifestam na&#xD;
«obra de arte», na teoria e na prática artísticas, e à própria história dos instrumentos&#xD;
musicais, a qual decorria estritamente da necessidade de responder&#xD;
aos problemas colocados pela intersecção de notação, teoria e um determinado&#xD;
tipo de prática artística (p. ex., estabelecimento de correspondências&#xD;
entre notação e técnicas de execução). Música, para o musicólogo histórico,&#xD;
na visão de Guido Adler, era, pois, essencialmente o texto notado.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2001 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/7937</guid>
      <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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