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    <title>DSpace Community: DCEA</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/411</link>
    <description>DCEA</description>
    <pubDate>Thu, 23 May 2013 07:38:31 GMT</pubDate>
    <dc:date>2013-05-23T07:38:31Z</dc:date>
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      <title>DSpace Community: DCEA</title>
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      <link>http://hdl.handle.net/10362/411</link>
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      <title>O uso do solo como factor de influência na evolução de um sapal. Casos de estudo do Sapal de Corroios e do Sapal de Pancas</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9665</link>
      <description>Title: O uso do solo como factor de influência na evolução de um sapal. Casos de estudo do Sapal de Corroios e do Sapal de Pancas
Authors: Gaspar, Catarina Isabel Salgueiro Duarte
Abstract: Os sapais são sistemas altamente sensíveis e que têm de ser protegidos contra o crescimento urbano e de serviços que se tem feito sentir desde o século XX. O sapal de Corroios e o sapal de Pancas pertencem ambos ao estuário do Tejo no entanto, apresentam características muito diferentes. Para além do primeiro apresentar um recessão, influenciada pelos processos erosivos e dinâmica estuarina a mudança do uso do solo é também um factor que interferiu, ao longo dos anos com a evolução do sapal. Já o sapal de Pancas apresenta uma acreção de vegetação e uma maior permanência dos usos do solo originais.&#xD;
O estudo do uso do solo nestas duas áreas é realizada tendo em conta os anos de 1947, 1977, 1989, 1999, 2004 e 2010. Os resultados indicam que a área A, em volta ao sapal de Corroios, sofreu um boom populacional e um crescimento de tecido urbano e área industrial de 12,9 % e 6,1 %, respectivamente. Este sapal também apresenta uma forte actividade de aquacultura, actividade esta que interfere com o crescimento deste tipo de vegetação. A juntar à fraca sedimentação que este sapal apresenta, a poluição difusa proveniente do tecido urbano e industrial é também um dos factores da recessão do sapal de Corroios. A sinergia destas características provoca uma diminuição durante os anos de estudo sendo o valor final da perda de 0,6 km2.&#xD;
O sapal de Pancas para além de usufruir de uma taxa de sedimentação superior ao processo de erosão também apresenta outro factor favorável ao seu crescimento. O uso do solo em seu redor tem-se mantido, relativamente, no estado natural desde o início deste estudo. Ao contrário do caso de estudo do sapal de Corroios os temas maioritários são a “Floresta e vegetação arbórea aberta” e “Áreas Agrícolas e de pastagem”. Regista-se, assim, um aumento de 1,3 % da área de sapal o que corresponde a 2,1 km2.
Description: Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em&#xD;
Engenharia do Ambiente perfil Ordenamento do Território e Impactes Ambientais</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9665</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Otimização das condições de arejamento do tratamento biológico da ETAR da Ericeira</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9626</link>
      <description>Title: Otimização das condições de arejamento do tratamento biológico da ETAR da Ericeira
Authors: Cotrim, Daniela Lopes
Abstract: Este trabalho foi realizado na ETAR da Ericeira, que tem um sistema de&#xD;
tratamento biológico de Lamas Ativadas, em regime de arejamento prolongado. Os&#xD;
principais objetivos deste estudo foram a análise das atuais condições de arejamento do&#xD;
tratamento biológico e a avaliação da possibilidade de redução dos períodos de&#xD;
arejamento com vista a reduzir os custos energéticos.&#xD;
O sistema de arejamento do tratamento biológico foi acompanhado durante os&#xD;
meses de Abril e Maio de 2012 através da recolha contínua de dados de sondas&#xD;
integradas no tanque.&#xD;
Foi possível verificar elevadas concentrações de oxigénio dissolvido em vários períodos do dia, concluindo-se que existe a possibilidade de se reduzir o tempo de arejamento e consequentemente os custos energéticos.
Description: Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em&#xD;
Engenharia e Gestão da Água</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9626</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Acesso aos recursos genéticos e partilha dos benefícios - as experiências do Brasil, da Costa Rica e de Portugal</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9415</link>
      <description>Title: Acesso aos recursos genéticos e partilha dos benefícios - as experiências do Brasil, da Costa Rica e de Portugal
Authors: Pitrez, Peter Paiva
Abstract: A presente tese apresenta uma proposta de elaboração de políticas públicas participadas de Acesso aos Recursos Genéticos e Partilha dos Benefícios (ABS) para Portugal. O ABS, terceiro objetivo da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), tem sido negligenciado nos últimos 20 anos, resultando num aumento sem precedentes da biopirataria, com consequências negativas que afetam desde a conservação da biodiversidade até ao crescimento económico de um país. Em 2010, foi adotado o Protocolo de Nagoia sobre ABS, visando operacionalizar este objetivo da CDB. Para uma implementação eficaz e eficiente do Protocolo, é necessário que as Partes elaborem políticas públicas de ABS. Nesta tese identificam-se as lacunas e alternativas na elaboração destas políticas, recorre-se a uma análise histórica das ferramentas e dos processos de ABS e a uma análise comparativa da elaboração de políticas de ABS já utilizadas, como suporte para que Portugal possa, apoiando-se nestas aprendizagens, elaborar a sua própria política pública. Utilizando elementos de análise de modelos de políticas públicas e uma metodologia qualitativa, a pesquisa apoiou-se em entrevistas a técnicos de diferentes países e de comunidades tradicionais, e no acompanhamento das negociações internacionais para a elaboração do Protocolo. Os resultados demonstram que Portugal, apesar de ter participado ativamente das negociações do Protocolo até muito recentemente, encontra-se, presentemente, num estágio preliminar quanto a criação dos elementos de ABS, devido às dificuldades na operacionalização e participação técnica, e à falta de sensibilização dos vários setores da sociedade para esta questão. Conclui-se que apesar de não existir um modelo único de políticas públicas de ABS e de ainda existirem lacunas por colmatar, Portugal poderá beneficiar ao optar por elaborar políticas públicas participadas de ABS, tirando partido das lições aprendidas com outros modelos identificados e analisados, que sejam claras, transparentes e que assegurem segurança jurídica junto dos utilizadores e fornecedores de Recursos Genéticos.
Description: Dissertação para obtenção do Grau de Doutor em Ambiente</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9415</guid>
      <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Perspetivas para um decrescimento sustentável: comparação entre Portugal e Brasil</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9374</link>
      <description>Title: Perspetivas para um decrescimento sustentável: comparação entre Portugal e Brasil
Authors: Meira, Teresa Bezerra
Abstract: Com as raízes na Economia Ecológica da década de 1970, e as evidências trazidas a público pelo relatório do Clube de Roma sobre os limites do crescimento face à finitude dos recursos, o decrescimento sustentável começa a conquistar o seu lugar enquanto paradigma alternativo ao crescimento económico.&#xD;
É a sobreposição da eclosão da crise financeira de 2008 com a primeira conferência internacional sobre o decrescimento sustentável no mesmo ano, que o define e torna pertinente no contexto atual.&#xD;
A diminuição da escala da economia exigida pelo decrescimento levanta questões sobre justiça social e ecológica nos países do Sul.&#xD;
Esta dicotomia faz com que as perspetivas para um decrescimento sustentável num país do Norte sejam distintas das de um país do Sul. Com o objetivo de tentar medir estas diferenças, foi criado um sistema de indicadores de decrescimento sustentável aplicável a países em estágios distintos de&#xD;
desenvolvimento, no caso Portugal e Brasil.&#xD;
O sistema de indicadores é composto por 17 indicadores distribuídos por 4 dimensões. A dimensão económica é composta pelo PIB per capita, horas trabalhadas, dívida externa; a dimensão ambiental pelo consumo de energias renováveis, área agrícola, área florestal, saneamento básico, emissões de CO2 per capita, produção de resíduos sólidos urbanos per capita, consumo de água per capita,&#xD;
pegada ecológica per capita; a dimensão social pela taxa de pobreza, taxa de desemprego, índice de saúde, índice de educação, coeficiente de Gini e a dimensão subjetiva pela felicidade média subjetiva.&#xD;
A análise comparativa da evolução da relação entre o Índice de Desenvolvimento Humano com o rácio Pegada Ecológica/Biocapacidade permite concluir que nenhum destes dois países está atualmente a assegurar as condições mínimas de sustentabilidade. Verifica-se dissociação relativa entre o PIB, as emissões e os resíduos. Podendo-se concluir que tem havido alguns ganhos de&#xD;
eficiência. A taxa de pobreza é positivamente influenciada pelo aumento do PIB, enquanto que a taxa de desemprego apresenta oscilações nesta relação. Não se encontra uma relação direta entre o PIB&#xD;
e a felicidade ao longo do tempo.&#xD;
O caminho traçado para se criar uma sociedade decrescentista em cada um dos países é diferente porque o ponto de partida é diferente.
Description: Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia do Ambiente – Perfil Engenharia Ecológica</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9374</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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