<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/3750</link>
    <description />
    <pubDate>Thu, 20 Jun 2013 05:57:11 GMT</pubDate>
    <dc:date>2013-06-20T05:57:11Z</dc:date>
    <item>
      <title>O hieróglifico : da imagem à escrita</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/8275</link>
      <description>Title: O hieróglifico : da imagem à escrita
Authors: Lopes, Maria Helena Trindade
Abstract: Durante muito tempo interroguei-me&#xD;
por que razão a civilização egípcia era,&#xD;
simultaneamente, tão simples e tão atraente&#xD;
para as crianças.&#xD;
Há anos atrás, quando ouvi Arthur&#xD;
Rubinstein falar de Mozart dizendo que&#xD;
ele era demasiado fácil para as crianças e&#xD;
excessivamente difícil para os adultos, julguei&#xD;
encontar, finalmente, a resposta para&#xD;
a minha questão.&#xD;
Para uma criança, em Mozart, como&#xD;
no Egipto, o apelo é o da simplicida de, da&#xD;
naturalidade, do se ns íve l, da "melodiosa&#xD;
cor". Mas o adulto descobre-lhe s as diferentes camadas de sentido e mergulha&#xD;
numa complexidade que parece desvanecer&#xD;
o encanto original.&#xD;
Que me perdoe Mozart a quem continuadamente&#xD;
chamo para o horizonte egípcio,&#xD;
mas assim como ele "acordou"&#xD;
os homens e os deuses com a sua música, também os hieróglifos, os&#xD;
"pequenos de senhos animados" que tocam as crianças, despertaram o&#xD;
mundo e os homens do Egipto antigo.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 1997 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/8275</guid>
      <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Sobre representações linguísticas</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/8274</link>
      <description>Title: Sobre representações linguísticas
Authors: Xavier, Maria Francisca
Abstract: Podi a fazer hoje os mesmos comentários que fiz num artigo&#xD;
publicado no n°.3 da Re vista da Faculdade, em 1989, em que comecei&#xD;
citando um título de Jackendoff (1988) - "Why are they say ing these&#xD;
things ab out us?". Então como agora a incompreensão manifestada&#xD;
por muitos sobre o trabalho desenvol vido em gramática generativa&#xD;
resulta, creio eu, da impossibilidade de acompanhar os avanços teóricos&#xD;
que se têm vindo a processar a um ritmo acelerado. Os sucessivos&#xD;
modelos introduziram uma linguagem sofisticada só compreensível&#xD;
para os que com ela trabalham . Nos últimos anos, poucos meses de&#xD;
afastamento podem ser suficientes para que surjam sérias dificuldades&#xD;
no entendimento de hipóteses teóricas novas. E nós, os que aqui estamos&#xD;
interessados na teoria linguística, é com esforço que seguimos o&#xD;
que vai acontecendo lá fora, dadas as muitas dificuldades que ainda&#xD;
temos nesta extremidade da Europa.&#xD;
Por curiosidade, recordo que, enquanto no início do séc ulo XIII,&#xD;
em Inglaterra, Roger Bacon (Some rset, 1214?-Oxford, 1294) reflectia&#xD;
sobre gramática considerando que "Grammar is substantia lIy the sarne in alI langu ages, even thou gh it may va ry accide nta lIy", aqui, pela&#xD;
mesma altura (1214?) , alguém escrevia o que se julga ser o mais antigo&#xD;
texto em português - a Noticia de Torto - , um relato terrível de&#xD;
acontecimentos violentos: "E ora inista tregua fura - a Veraci- amazaru-li os omeess errnaru- Ii X casaes seu torto al rec ."</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 1997 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/8274</guid>
      <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>A representação do conhecimento no discurso arqueológico : exemplo de um baixo-relevo mitraico</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/8273</link>
      <description>Title: A representação do conhecimento no discurso arqueológico : exemplo de um baixo-relevo mitraico
Authors: Rodrigues, Maria C. Monteiro
Abstract: A teoria do conhecimento desde há muito que chama a atenção&#xD;
para dois mundos distintos da observação dos fenómenos- quer eles se&#xD;
refiram a objectos ou a documentos escritos. Isto significa que antes&#xD;
de se filosofar sobre qualquer objecto ele deve ser escrupulosamente&#xD;
examinado e descrito.&#xD;
Assim, é necessário observar com rigor e descrever com exact idão&#xD;
aquilo a que chamamos conhecimento, "esse peculiar fenómeno&#xD;
da consciência" (Hessen, 1987:25). Fazêrno-lo procurando apreender&#xD;
os traços essenciais do objecto, por meio de uma auto-reflexão sobre&#xD;
o que vimos quando falamos de conhecimento. Este método fenomenológico&#xD;
é distinto do psico lógico. Enquanto o último investiga os&#xD;
processos psíquicos concretos no seu curso regular e a conexão com&#xD;
outros processos, o primeiro aspira a apreender a essê ncia geral no&#xD;
fenómeno concreto (/bidem:26).&#xD;
Desta forma no conhecimento encontram-se frente a frente duas&#xD;
entidades: o Objecto e o Sujeito. O conhecimento apresenta-se. assim.&#xD;
como uma relação entre estes dois elementos, que permanecem eternamente&#xD;
separados um do outro.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 1997 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/8273</guid>
      <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Uma representação da língua : a teoria da argumentação na língua de Anscombre e Ducrot</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/8272</link>
      <description>Title: Uma representação da língua : a teoria da argumentação na língua de Anscombre e Ducrot
Authors: Trigo, Helena
Abstract: A versão inicial, apelidada "standard" (cf. Ducrot 1990: 81), foi&#xD;
construída a partir da observação do funcionamento de alguns&#xD;
elementos linguísticos, como peu, un peu e mais. Na altura, dois tipos&#xD;
de preocupações caracterizavam o posicionamento teórico dos&#xD;
autores: Primeiro, demarcar-se da tendência para "alargar" a análise&#xD;
lógica ao estudo das línguas naturais, nomeadamente dos conectores.&#xD;
Segundo, opor-se às abordagens "descritivistas", com a sua redução&#xD;
do estudo do sentido ao nível informativo. Terá sido muito provavelmente&#xD;
este segundo objectivo que determinou em grande parte a&#xD;
escolha do nome pelo qual a teoria é conhecida. De facto, a expressão&#xD;
"argumentação na língua" alerta para a existência de uma argumentatividade&#xD;
a nível profundo, ou abstracto, a relacionar com a informatividade.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 1997 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/8272</guid>
      <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

